Archive for the ‘desktop’ Category

Firefox entra no guinness!

Wednesday, July 16th, 2008

Do site da mozilla:

“Graças ao apoio da sempre sensacional comunidade da Mozilla, nós conseguimos estabelecer um Recorde Mundial no Livro dos Recordes Guinness pelo software mais baixado em 24 horas. Em 18 de junho de 2008 8,002,530 de pessoas baixaram o Firefox 3 e estão usando a Internet de maneira mais segura e inteligente.”

Notícia completa, com mapa indicando downloads por país:

http://www.spreadfirefox.com/pt-BR/worldrecord/

Outro link, mostrando até o momento o firefox oficialmente com 19% do market share mundial em browser:

 http://marketshare.hitslink.com/report.aspx?qprid=0

RedHat Summit 2008

Monday, July 14th, 2008

Em junho deste ano, ocorreu o 4.o RedHat Summit 2008. A redhat disponibilizou gratuitamente algumas palestras. São bem interessantes, e uma que me chamou muita atenção foi a palestra do CTO & VT Brian Stevens - RedHat Engineering, sobre os projetos opensources em destaque na redhat, como o gerenciador bastante amigável de nuvens computacionais(cloud computing) oVirt em cima do KVM, presente a algum tempo no kernel, a opção de rodar o fedora 9 inteiramente pelo pendrive - incluindo os arquivos criados pelo usuário - possibilitando literalmente mover seu desktop entre hosts, a integração entre MRG Grid (RHEL) e o projeto OpenSource Condor para alto throughput computacional - com o objetivo de fazer exatamente o que a Amazon faz atualmente com o EC2.

Está é apenas uma das palestras disponibilizadas. Seguem o link:

RedHat Summit: http://www.redhat.com/promo/summit/2008/

Gentoo 2008.0 Released!

Wednesday, July 9th, 2008

Bem, você já instalou linux algumas vezes na sua vida. Pensa nos bons tempos, onde sabia o lugar de cada configuração do sistema, ou se não é desta época, imagina… como aqueles malucos conseguiam usar um sistema tão cru?! Eu juro, tentei me adaptar aos novos tempos, e sim, já instalei Ubuntu para usar por umas semanas. Resultado, achei uma excelente distro para iniciantes, mas… E se eu quiser um apache dizendo exatamente a CFLAGS para compila-lo e ainda quais módulos e mais, que as dependências deste novo pacote sejam resolvidas automaticamente, independente dos modulos escolhidos? E se eu tenho um problema de instabilidade, por que o firefox foi compilado com um GCC diferente do Xorg? E se eu quiser alterar certas configurações, mas não sei onde ficam pois tudo foi instalado automaticamente… E se eu quiser usar apenas pacotes stable para evitar instabilidades, mas APENAS o firefox eu quero unstable (packages.keywords)?! E se … Eu voltar pro Gentoo?!

Bom, aos que realmente gostam de conhecer a fundo Sistemas Operacionais, não existe sensação melhor que saber a localização de cada componente/configuração do sistema.

A boa notícia, em poucos minutos você tem o sistema rodando em LiveCD, e pode ir instalando em background… Aos que tem a sua distro e espaço particionado sobrando, o processo de instalação é idêntico, use a sua distro, instale em paralelo e… open your mind.

Sim, Gentoo (Se pronuncia “D’jêntu”, mas fique a vontade de pronunciar do jeito que quiser) é uma quebra no paradigma atual. Vem num liveCD muito bem produzido, mas não se engane… Se não seguir o manual de instalação, você NÃO instala! Mas esta é justamente parte da diversão! Outra coisa… Não existe nada mais gratificante que saber… A sua distro é praticamente “from scratch”, o Xorg é compilado para o seu Hardware e o xorg.conf foi feito pelas suas próprias mãos e o uso das ferramentas padrões(xorgcfg). O firefox é mais estável, pois foi compilado para o seu hardware e bibliotecas do seu sistema. Até o OpenOffice se assim o desejar, pode ser compilado sem problemas!E claro, o kernel… É mandatório que o compile.

Na verdade o Gentoo NÃO é uma distribuição. O correto é chama-lo de Meta-Distribuição, pois com os mesmos sources nenhum Gentoo é igual ao outro. Não gosta do kde(-kde -qt3 -qt4), faz parte da comunidade ‘odeio gnome’ (-gnome -gtk)?! Ou simplesmente quer uma distro enxuta, sem X e suas libs(-kde -gnome -X -qt3 -gtk -qt4)? Ou quer kde, gnome e xfce vivendo em harmonia(gtk kde qt3 qt4 gnome)?! As USE Flags do Gentoo fazem isso pra você. Quer uma distro com profile desktop, ou server (make.profile)? Quer a mesma para instalar em 100 servidores de hardware semelhante… Sem problemas, compile em uma maquina, gere os pacotes binários(quickpkg) e instale nas outras(stage4). Pronto, todo o parque de máquinas com o máximo tuning entre hardware x software.Quer uma distro para servidores i686 em geral? Sem problemas. E i486, i586?! Com certeza!

Gentoo possui uma vasta gama de softwares. Esta lista pode ser ainda estendida(layman). Tudo centralizado no banco de dados Portage, coração do Gentoo.

Um dos pilares do Gentoo é sua vasta documentação, se não for a mais completa! E sua comunidade é bem ativa também. E claro, garantia de aprendizado em linux em nível baixo. Apenas um conselho… googleee antes de perguntar. Afinal de contas, é pra isso que existe a farta documentação, então… RTFM!

Gentoo não é xiita, você vai encontrar Skype, suporte a mp3(USE Flags), drivers nvidia/ati, oracle libs, etc. It’s up to you!

Experimente!

Download:  http://www.gentoo.org/main/en/where.xml

Documentação:  http://www.gentoo.org/doc/en/handbook/index.xml

Home:  http://www.gentoo.org

O poder do open source

Wednesday, July 2nd, 2008

Ontem comprovei a mim mesmo como um programa open source é extremamente benéfico para o usuário final. Saber disso é uma coisa. Experimentar o poder ‘de facto’, é outra. Vamos ao caso…

Ontem, ao logar normalmente nos protocolos de ‘instant messenger’ que uso através do programa Pidgin (ex-GAIM), tive erro de conexão no protocolo usado pelo ICQ, que é o OSCAR. O erro dizia:

“The client version you are using is too old. Please upgrade at http://pidgin.im/”;

Realmente, meu pidgin era ‘old’. Afinal, uso a 2.2.1 que é que o Ubuntu 7.10 me oferece (e atualiza quando há novas atualizações em relação a 2.2.x) e eu nunca me preocupei em atualizar para a versão 2.4.x. Mas como o repositório oficial do Ubuntu não falou nada e também atualizando-o não deu em nada, resolvi baixar e compilar a versão 2.4.2, a versão recente e fresquinha no site do fabricante.

Baixei, instalei algumas libs-dev necessárias para habilitar algumas funções, feito os três passos normais de install, o famoso “configure; make; make install”. Abri o pidgin e… Mesma coisa. WTF? Eu atualizei a versão do pidgin.

Procurando pela mensagem de erro pelo Google afora, vi tópicos em fórums e também em mailing lists que estavam todos tendo os mesmos erros que eu, apesarem de ter a versão mais recente do produto. E ninguém entendia o porquê de parar de funcionar. Pensando comigo mesmo, lembrei de uma época aonde a AOL (quem comprou a Mirabilis), por duas vezes, sacanearam os usuários de clientes antigos de ICQ. Na primeira vez, em 2002, quem não usava o ICQ 2001 ou superior recebia duas mensagens idênticas de resposta ao falar com os outros usuários de ICQ. Ou seja, se uma pessoa te mandava um “oi”, esse “oi” vinham sempre em duas mensagens, o que te obrigava a clicar duas vezes no usuário. Isso obrigou o ‘upgrade’ forçado que, na época, me frustrava pq a versão 2001 era muito cheio de firulas e era pesado. Ok, fi-lo. Na segunda vez em que sacanearam, já em 2005, qualquer cliente que não tivesse a versão Lite ou Pro do ICQ 5 tomou toco. Simplesmente desconectava os usuários de programas antigos, novamente forçando o upgrade. Enfim, como a AOL adora lançar novas versões e forçar o upgrade, não me espantaria que o mesmo teria ocorrido agora em 1 de julho de 2008. Afinal, marca a metade do ano. Nada mais justo (para eles, claro).

Enfim, voltei a página do Pidgin, tentando buscar informaçõs, e estava fora. Estava tendo erros de ‘time-out’. Não me parecia muita novidade. Afinal, o ICQ é bastante usado ainda em alguns países, além de ser o mesmo protocolo do AIM, algo bem utilizado nos EUA. Logo, nota-se o desespero dos usuários à procura de soluções para o Pidgin. Ainda procurando formas de alterar o protocolo do OSCAR, achei essa url. Ela seria a forma de mudar o pigdgin 2.4.2 para que seja aceito pelos servidores do ICQ. Só alterar a seguinte linha, no source, destacado em negrito:

#define CLIENTINFO_PURPLE_ICQ { \
“Purple/” VERSION, \
0×010b, \
0×0014, 0×0034, \
0×0000, 0×0bb8, \
0×0000043d, \

Fui lá eu de novo no source em minha máquina, rodei um ‘make clean’ para apagar toda a compilação do Pidgin. Editei o arquivo SOURCE_DO_PIDGIN/libpurple/protocols/oscar/oscar.h e alterei a tal linha descrita no site. ‘make’… naveguei entre o source do pigdgin até encotrar o oscar.so.0.0.0, a lib do ICQ/GAIM já recompilada. Copiei em cima do que existia em /usr/local/lib/pidgin, fechei o programa e abri. PRONTO! ICQ voltando a funcionar.

Essa é a magia do Open Source. É o poder de você ver aonde está o problema, resolver o problema e poder voltar a utilizar o programa da forma como você quer, da forma como você precisa, na hora em que você quer e, em alguns casos, independente dos outros. Algumas vezes nos desapontamos quando uma empresa de desenvolvimento de código proprietário nos impede de consertar um problema no programa deles porque não querem que o usuário saiba o código e, por isso, perderiam seus clientes ou perderiam seus segredos. Eu acho isso dificíil. Afinal, eu não deixei de usar o Pidgin por causa disso de um problema que foi ocasionado pela AOL. Eu consegui resolver meu problema e aumentar minha satisfação pelo produto.

All hail to open source development!

Experiência com Opera 9.5 no Linux

Thursday, June 19th, 2008

Alguns dias atrás estive lendo relatos de pessoas que estavam utilizando o Opera 9.5 e dando suas opiniões a respeito. Todas, sem exceção, foram muito positivas. A maioria elogiava a rapidez e leveza do navegador em abrir páginas, sendo extremamente rápido se comparado ao Firefox 2. Como sempre é bom emitir opiniões a respeito de algo realmente conhecendo-o, me fez baixar o Opera 9.5 aqui no Linux.

Fazendo um ‘background’ sobre o navegador, ele entrou bem silenciosamente no mercado, em meados de 96. Eu lembro de ter ouvido falar dele quando estava já na 3.0, mas fiz o primeiro uso na versão 4, por causa do meu primo que utilizava um 486 na época. Entre Internet Explorer, Netscape e Opera, o Opera era mais leve para ele. O Opera prezava pela simplicidade e pelo menor consumo de memória e processamento, enquanto focava em ser um navegador com funcionalidades simples, porém eficientes. Entretanto, usar Opera naquela época era um desafio. Afinal, nem todas as homepages desenhavam bem neste navegador, já que estávamos entrando em quase 70% de aceitação mundial do Internet Explorer na Internet (e crescendo). No meu uso, fiquei bastante desconfortável. Afinal, você não fazia abertura de uma nova janela de navegação, como você fazia no Internet Explorer. Você abria uma janela interna quando fazia um “new window” e você gerenciava essas janelas dentro do Opera. Um sistema de usabilidade ultrapassado na minha opinião, que lembrava-me o estilo nostálgico de navegação do Windows 3.1. Finalmente, o browser era pago. Oras, porque eu pagaria por um software que não redesenha páginas como eu quero?

Bem, o tempo foi passando e conhecemos a guerra dos browsers, que era travada entre o “Mozilla” (incluem aqui Mozilla Suite, Firefox, SeaMonkey e etc) e o Internet Explorer. O Opera sempre foi um coadjunvante nessa guerra. Apesar disso, isso nunca foi intimidador para a Opera Software, que mudou um pouco mais o foco e procurou fazer um browser que fosse 100% compatível com os ‘web-standards’, algo que a Mozilla Foundation passou a também seguir. Uma coisa muito curiosa entre a Mozilla Foundation e a Opera Software, ao meu ver, é que ambos tinham os mesmos desejos: A simplicidade, a compatibilidade e a interoperalibidade (mais tarde a Opera pensou e assumiu também a gratuidade de seu software). As características que marcavam os softwares da Mozilla tinham no Opera e vice-versa. Pelo menos, sei que o Opera foi o primeiro navegador a utilizar abas de navegação (tabbed-browsing), se não me engano, na versão 6. Pelo menos nunca vi críticas de quem inventou o quê entre usuários, colunistas e das empresas. Aliás, isso pouco importava. Na verdade, o que importava era sempre o anseio de acabar com o império do Internet Explorer através do aperfeiçoamento e promovendo entre os site designers o uso correto de ‘web standards’.

Enfim, vamos falar do software atualmente. A começar, o ‘apt-get’ (instalador de pacotes Debian no Ubuntu) não possui o Opera como opção de download. Algo que pode ser frustrante para um usuário comum de linux. Fui então ao site oficial do produto e baixar a última versão (9.5.2042), baixei o install. um “gunzip -c opera-9.50.gcc4-shared-qt3.i386.tar.gz | tar xvf -” já expandia os arquivo sde instalação. “sudo ./install.sh” para instalar… apontou as recomendações de install e config, deixei default. Achei fabuloso que o Opera colocou seu ícone em “Applications / Internet” e também figura em “System / Preferences / Preferred Applications” como um “browser” selecionável para a abertura de links de internet.

Nos testes, realmente o Opera é extramente rápido. O desenho das páginas que são abertas por mim vem imediatamente. Ao meu ver, parece que ao baixar os elementos como a HTML do site, Js, CSS e os sub-elementos contidos no CSS o Opera decide desenhar a página, enquanto ao mesmo tempo está abrindo conexões extras ao servidor de web para baixar os outros conteúdos variáveis (como por exemplo, a foto de destaque de uma home, um banner em flash e etc). Além disso, o Opera procura e usa os plugins instalados no Firefox e adota-os também para uso, evitando de ter que baixar ou configurá-los na máquina. Infelizmente, o Opera não funciona bem com Gnash SWF, uma alternativa open source do plugin do flash. Isso nem é problema, afinal eu tenho em minha máquina a lib do flash da Adobe (9.0.124) em minha máquina e foi apenas questão de reapontar o plugin, algo extremamente fácil através do menu de preferences do navegador. Uma questão bastante elogiada no Opera é a execução de JavaScrips que eles declaram que é 2x mais rápido. Se é verdade ou não, acredito que é um pouco mais rápido mesmo para utilizar algumas funções JS em certas páginas em que pude testar.

Bem, para não dizer que TUDO funcionou perfeitamente, posso dizer que houveram sim alguns problemas de navegação. O principal problema é com o uso do Flash. Não sei exatamente se há um problema com o Opera ou com o plugin da Adobe, mas sei que em alguns raros momentos o ‘redraw’ de um banner em flash, um player de youtube pode sumir durante o scroll de uma página. Rodando o opera via command-line, eu vejo que o Opera fica cortando a excecução do plugin do flash em suas threads, declarando que o mesmo está ‘hanging’. Bem, posso dizer que no Firefox raramente ocorre do plugin do flash falhar. É mais fácil o navegador consumir mais memória do que cortar a execução do flash. Também tive problemas com o uso do plugin do Totem, aonde ele simplesmente não funcionou. Não tive paciência nem desejo de resolver essa questão. Afinal não curto mesmo ‘embeddar’ telas de video no navegador. Também vi que o Opera não funciona no formulário do WordPress. Simplesmente é impossível clicar na área de edição para escrever algo. Tive que redigir este post através do modo “code” do mesmo.

Finalmente, falando de recursos, achei legal o fato de abrir um ‘new tab’ ele abrir o ’speed dial’. O ’speed dial’ é uma página aonde você coloca suas páginas preferidas em thumbnails, aonde você pode clicá-las e acessá-las. Ele também faz o refresh dessas páginas periodicamente, então você pode ver as páginas e clicá-las para entrar. Possui também sistema de “mouse gestures”, que nem aproveitei porque nunca curti essa feature. O navegador também conta com um sistema de torrent internamente. Logo, se você baixar um torrent na internet o Opera estará usando seu sistema built-in para baixar o arquivo. Se isso é bom ou ruim, acho que fica a gosto. Pelo menos eu acredito que é uma boa feature. O navegador conta com “widgets”, que seria como os ‘extensions’ que existem no Firefox. Eu instalei um para ver a previsão do tempo e gostei. A página do Opera possui diversos widgets, mas como eu gosto de um ‘browser’ puro, preferi ficar com o que ele já me oferece. Ele também oferece sistema built-in de analizar erros de script bem completo. Pelo menos senti que fosse algo similar ao “Firebug”. Pelo menos não achei algo que se assemelhasse ao “Live HTTP Headers” built-in. É o recurso que mais uso para minhas investigações no dia a dia. =/

Acredito hoje que Opera tornou-se um navegador muito maduro, fácil e completo. Recomendo o uso dele, apesar de me apertar o coração. Afinal, ainda amo a Mozilla Foundation…

EDIT: Esqueci de informar aos leitores que o Opera foi um dos primeiros navegadores a passar do Acid Test 2, o famoso teste de compatibilidade dos browsers com padrões web de desenho de páginas. Ele fez isso antes mesmo do Firefox 3, que conseguiu essa marca neste ano, enquanto o Opera fazia isto desde 2006. Quanto ao Acid Test 3, o Opera consegue um satisfatório resultado de 83/100, três pontos a frente do Firefox 3. Os resultados da Microsoft com o Internet Explorer com Acid 2 e Acid 3? Praticamente um vexame.

EDIT2: Esqueci também de comentar dois fatos. O primeiro é que o recurso de widgets é poderoso. O que eu gostei de usar é o de weather. O segundo fato é que o Opera é o browser utilizado pelo videogame Nintendo Wii para navegar pela internet.

Lançado o Fedora 9

Wednesday, May 14th, 2008

O Projeto Fedora acaba de lançar a versão 9 de sua distribuição Linux. O Fedora Linux é uma distribuição patrocinada pela Red Hat e mantida pela sua própria comunidade. A comunidade Fedora continua com a mesma filosofia de manter as novas versões sempre embarcadas com o que há de mais moderno e atualizado em software, oferecendo seu sistema operacional com as características mais inovadoras, mantendo sua alta qualidade e impacto.

O Fedora 9 é a primeira distribuição Linux a trazer o sistema Live USB persistente não destrutivo. Entre as demais novidades está a inclusão do KDE 4 como principal ambiente desktop, além de melhorias e novidades no OpenJDK, Gnome 2.22, NetworkManager, PackageKit e o instalador Anaconda. A distribuição também traz o navegador Web Firefox 3 Beta 5.

Com o sistema Live USB, o Fedora 9 pode ser adicionado a um dispositivo de armazenamento USB, como um pen drive, por exemplo, utilizando tanto aplicativos Linux quando Windows, sem a necessidade de remoção de dados, particionamento ou mesmo formatação do dispositivo USB. O resultado é um sistema Fedora completamente funcional e portável. Utilizando o recurso de persistência, os usuários podem baixar e armazenar dados, além de adicionar ou remover software — de maneira idêntica a um Fedora nativo (instalado em um disco rígido).

Fonte:  Linux Magazine

The Perfect Desktop - Ubuntu 8.04 LTS (Hardy Heron)

Wednesday, April 30th, 2008

Otimizando seu Ubuntu Desktop…

http://www.howtoforge.com/the-perfect-desktop-ubuntu-8.04-lts-hardy-heron

Samsung cria monitor USB

Friday, November 30th, 2007

Samsung cria monitor USB

A Samsung está divulgando na CeBIT, em conjunto com a Display Link, um monitor que é conectado ao computador através da porta USB. O SyncMaster 940UX, que tem 19 polegadas e não pode ser usado como monitor primário, utiliza a placa de vídeo instalada para processar as imagens.

2-21-07-syncmaster_940ux.jpg

A tecnologia permite que até cinco monitores sejam ligados simultaneamente lado a lado, somando uma área de trabalho de 7680×1024 pixels, ou seis monitores - três em cima e três em baixo, com uma área de 3840×2048 pixels.

O chip DisplayLink DL-120 é o resposável pela tecnologia que possibilita tais conexões. De acordo com a Samsung, o monitor deve estar disponível ainda na primeira metade de 2007 e custará em torno de US$ 560.

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Excelente para quem procurava soluções mais simples de ‘múltiplos monitores’. Por enquanto a novidade parece não ter chegado por aqui, mas é possível encontrá-lo já a venda pelo Google.

A notícia original pode ser vista aqui.

XandrOS - O melhor desktop Linux para usuários Windows

Wednesday, September 26th, 2007

Esta é a distro que mais possui interoperabilidade com redes microsoft, suportando desde leitura/escrita em partições NTFS(muito útil em desktop com dual boot) a total compatibilidade com Active Directory, inclusive executando scripts de police e logon. Seu servidor de emails Scalix foi autorizado pela MS a suportar o protocolo do Exchange.

Com seu Network Connection System, o XandrOS se adapta facilmente em qualquer rede, seja NFS via solaris, ou uma impressora SMB com AD.

Aos que precisam utilizar software microsoft, o XandrOS já vem com CrossOver, o que permite rodar os softwares windows mais populares.

Altamente estável por se basear no Debian Sarge 3.1, vem com kernel 2.6.18 mais drivers proprietários da ATI e NVidia

Possui versão gratuita que pode ser baixada via torrent em: http://www.xandros.or.id/xandros4oce.torrent


Licença por Desktop: U$99,00

Fonte completa: DesktopLinux

Sweet Home 3D 1.0 lançado

Monday, September 17th, 2007

Software livre para arquitetura, muito completo

Pra quem quer fazer um layout da própria casa é realmente um achado. Se quiser testar da pra iniciar ele via webstart.

Home:
http://sweethome3d.sourceforge.net/

Download(webstart opcional):
http://sweethome3d.sourceforge.net/download.html